segunda-feira, 30 de junho de 2008

Prof. Hugo Comenta sobre CSS na Gazeta do Povo

Empresas já calculam o repasse do imposto da saúde

Com alíquota de 0,10%, o novo tributo deve gerar R$ 10 bilhões por ano para os cofres do governo. Se aprovada no Congresso, a CSS entrará em vigor em 2009

Publicado em 30/06/2008 | Cristina Rios

A maior parte das empresas pretende repassar para os seus preços os custos da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que vai substituir a Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) e cuja proposta de implantação tramita no Congresso Nacional. A exemplo do que ocorreu com sua antecessora, CSS terá um efeito acumulativo e, além de abocanhar parte da movimentação financeira do contribuinte, vai tributar toda a cadeia produtiva, com reflexo na indústria e no varejo.

O coordenador do departamento econômico da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Maurílio Schmitt, afirma que a antiga CPMF, que tinha alíquota de 0,38%, elevou em média em 2% os custos das empresas. Com a CSS, que terá alíquota de 0,10%, ele calcula que esse impacto adicional seja da ordem de 0,53%. "Mas as empresas, principalmente em setores com grande concorrência, terão agora um cenário mais difícil para conseguir passar esse aumento para o consumidor, já que a economia vai desacelerar com o aumento da taxa de juros", diz.

Para a presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Avani Slomp, o repasse é uma conseqüência "natural". "Com a pressão de custos, o lojista vai transferir a elevação dos gastos para o cliente. Infelizmente, é o consumidor que vai pagar a maior fatura dessa conta", admite. Contrária à aprovação do tributo, a ACP vem fazendo lobby no Congresso para impedir a aprovação.

Com previsão de entrar em vigor em 2009, a CSS deve gerar R$ 10 bilhões por ano para os cofres do governo. O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) calcula que o reflexo da CSS poderá ser de até 0,5% no preço final dos produtos. Com a antiga CPMF, o impacto havia sido de 1,7% nos preços. "É preciso lembrar que que boa parte das empresas não reduziu seus preços com o fim da CPMF e agora deve repassar os custos com o consumidor", acrescenta Ademar Seccatto, gerente de consultoria tributária da Consult.

Segundo o diretor técnico do IBPT, João Eloi Olenike, a CSS gerará pressões inflacionárias. "O governo vai dar um tiro no pé, já que a criação da CSS vai representar pouco em termos de arrecadação geral e pode favorecer reajustes, ainda que menores do que com a antiga CPMF", afirma. Ele lembra que, mesmo sem a CPMF, o consumidor já está está pagando mais impostos em 2008. Segundo o IBPT, a carga tributária bateu recorde e atingiu 38,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2008, representando um aumento de 1,87 ponto porcentual em relação ao ano passado.

Para compensar o fim da CPMF, o governo federal já havia feito dois movimentos para ampliar a mordida nos cofres dos contribuintes. Em janeiro, elevou em 0,38% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre operações de crédito e câmbio, e aumentou de 9% para 15% a Contribuição sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos. O objetivo era arrecadar R$ 10 bilhões com as duas medidas.

"O aumento do IOF, por exemplo, já gera impacto no caixa das empresas do comércio, principalmente dos pequenos e dos microempresários, que dependem de operações de crédito para financiar capital de giro", diz Avani Slomp, da ACP.

Segundo o economista Hugo Meza Pinto, professor da Positivo Escola de Negócios, tradicionalmente a expansão da carga tributária está relacionada ao aumento da inflação. "O governo adota uma postura contraditória. Ao mesmo tempo em que eleva os juros para combater a inflação, aumenta a carga tributária e seus gastos, que contribuem para pressionar ainda mais a inflação", afirma.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Celebridades para criar uma Marca

Muitas empresas utilizam celebridades para criar valor para sua marca, mas em algumas situações isso pode gerar confusão. Afinal a Juliana Paes é sinônimo de sandália ou cerveja. No momento a atriz é utilizada em duas campanhas simultâneamente confira nos links abaixo

Antartica



Sandálias Havaianas



O que você acha? As empresas devem continuar usando estas estratégias?

domingo, 22 de junho de 2008

Americanos oferecem R$ 2,5 bilhões pelo Objetivo

Negócio seria o maior da história do setor educacional brasileiro

Por Tiago Lethbridge

EXAME

O grupo americano Apollo, um dos maiores conglomerados de educação do mundo, iniciou um movimento que pode alterar drasticamente a estrutura do setor no Brasil. Segundo EXAME apurou, o Apollo fez uma oferta de aproximadamente 2,5 bilhões de reais pelo grupo Objetivo, maior empresa de educação do Brasil. Fundado pelo professor João Carlos Di Genio, o grupo é dono do colégio Objetivo e da Universidade Paulista (UNIP), tem mais de 130 000 alunos, 27 campi e 700 escolas. Para assessorá-lo na transação, Di Genio contratou o banco de investimentos Merrill Lynch. O assessor financeiro do grupo Apollo é o Morgan Stanley. Segundo um executivo próximo às negociações, a oferta é preliminar, e foi feita após um ano de aproximação entre os dois lados.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

20 maiores Gurus na área de negócios

Os 20 maiores gurus de hoje. Os mais influentes pensadores do mundo dos negócios, de acordo com o ranking do Wall Street Journal:

1. Gary Hamel Consultor
2. Thomas L. Friedman Colunista do New York Times
3. Bill Gates Fundador da Microsoft
4. Malcolm Gladwell Escritor; autor, entre outros, de Blink
5. Howard Gardner Professor de Harvard
6. Philip Kotler Professor de Northwestern
7. Robert B. Reich Ex-secretário do Trabalho
8. Daniel Goleman Psicólogo
9. Henry Mintzberg Professor da McGill
10. Stephen R. Covey Autor do livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes
11. Jeffrey Pfeffer Professor de Stanford
12. Peter M. Senge Autor de Quinta Disciplina: a dança das mudanças
13. Richard Branson Fundador da Virgin
14. Michael E. Porter Professor de Harvard
15. Michael Dell Fundador da Dell
16. Geert Hosftede Professor de Harvard e autor de Culture's Consequences
17. Clayton Christensen Professor de Harvard
18. Jack Welch Ex-presidente da GE
18. Tom Peters Autor de In search of excellence
19. Myron Scholes Prêmio Nobel
20. Ikujiro Nonaka Professor de Hitotsubashi

sexta-feira, 13 de junho de 2008

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Ranking das escolas de negócios

O ranking das melhores escolas de negócios do mundo, segundo o Financial Times*

1º Universidade da Pensilvânia: Wharton (EUA)
2º London Business School (Inglaterra)
3º Columbia Business School (EUA)
4º Stanford University (EUA)
5º Harvard Business School (EUA)
6º Insead (França/Cingapura)
7º MIT (EUA)
8º IE Business School (Espanha)
9º Universidade de Chicago (EUA)
10º Universidade de Cambridge (Inglaterra)
11º Ceibs (China)
12º Iese Business School (Espanha)
13º Universidade de Nova York: Stern (EUA)
14º IMD (Suíça)
15º Dartmouth College (EUA)
16º Yale (EUA)
17º Hong Kong Business School (China)
18º HEC Paris (França)
19º Universidade de Oxford (Inglaterra)
20º Indian School of Business (Índia)

*A análise considera indicadores como a média salarial dos alunos, o percentual de estudantes empregados depois de três meses de formatura e o aumento de remuneração depois do curso

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Universidade de Berkeley (EUA)

Conheça a Universidade de Berkeley (EUA). É pura inspiração.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Entrevistas de Prof. da EN

Assistam as entrevistas dadas pelos professores da Escola de Negócios. A entrevista do Prof. José Guilherme Vieira trata sobre o aumento dos preços dos alimentos e como está impactando na renda do consumidor brasileiro e dá dicas de como as famílias podem otimizar as compras de alimentos básicos. O Prof. Hugo E. Meza Pinto comenta sobre o aumento de financiamento da casa própria por parte dos jovens. Ele também dá dicas dos cuidados que se devemos ter para financiar imóveis em prazos longos (de 15 a 20 anos).

Quando comprar não é tão simples

Vejam a matéria sobre as ferramentas de marketing que estão no dia a dia do consumidor e não são percebidas.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Por que uma escola de negócios

Sabemos que na atualidade, as organizações vivem em um ambiente de negócios complexo, dinâmico e veloz. Para acompanhar esse ambiente, cada vez mais é exigido do profissional visão holística, multiespecialidade e capacidade de adaptação às mudanças rápidas e freqüentes.

Nós da Universidade Positivo, não poderíamos deixar de assumir o compromisso em formar novos líderes para este mundo competitivo e dinâmico. Com essa experiência de sucesso do grupo, com a recente implantação do curso de Doutorado em Administração e com a transformação em Universidade nós temos a obrigação de entregar à sociedade um profissional com um novo perfil, de formação sólida e alinhado com as tendências do mercado.

Para isso fizemos uma rigorosa avaliação interna, numerosas pesquisas de mercado e realizamos benchmarking nas melhores escolas de negócios do país e do mundo.

Primeiro Post

Olá

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