quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Prof. Hugo na CBN
O prof. Hugo meza do curso de Economia foi entrevistado pela CBN nacional. O assunto, a visita do presidente Lula à Argentina. Para ouvir a entrevista acessar esse link: http://www.hugomeza.com/CBN2.MP3
sábado, 12 de julho de 2008
Bematech conclui a compra da Snackcontrol
A Bematech, empresa paranaense de automação comercial para o varejo, comprou a Snackcontrol, líder em softwares para franquias de alimentação. O valor da operação não foi revelado. A Bematech foi fundada em 1990 por Marcel Malczewski e Wolney Betiol. Fonte: Agência Estado
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Prof. Hugo Comenta sobre CSS na Gazeta do Povo
Empresas já calculam o repasse do imposto da saúde
Com alíquota de 0,10%, o novo tributo deve gerar R$ 10 bilhões por ano para os cofres do governo. Se aprovada no Congresso, a CSS entrará em vigor em 2009
Publicado em 30/06/2008 | Cristina Rios
A maior parte das empresas pretende repassar para os seus preços os custos da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que vai substituir a Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) e cuja proposta de implantação tramita no Congresso Nacional. A exemplo do que ocorreu com sua antecessora, CSS terá um efeito acumulativo e, além de abocanhar parte da movimentação financeira do contribuinte, vai tributar toda a cadeia produtiva, com reflexo na indústria e no varejo.
O coordenador do departamento econômico da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Maurílio Schmitt, afirma que a antiga CPMF, que tinha alíquota de 0,38%, elevou em média em 2% os custos das empresas. Com a CSS, que terá alíquota de 0,10%, ele calcula que esse impacto adicional seja da ordem de 0,53%. "Mas as empresas, principalmente em setores com grande concorrência, terão agora um cenário mais difícil para conseguir passar esse aumento para o consumidor, já que a economia vai desacelerar com o aumento da taxa de juros", diz.
Para a presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Avani Slomp, o repasse é uma conseqüência "natural". "Com a pressão de custos, o lojista vai transferir a elevação dos gastos para o cliente. Infelizmente, é o consumidor que vai pagar a maior fatura dessa conta", admite. Contrária à aprovação do tributo, a ACP vem fazendo lobby no Congresso para impedir a aprovação.
Com previsão de entrar em vigor em 2009, a CSS deve gerar R$ 10 bilhões por ano para os cofres do governo. O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) calcula que o reflexo da CSS poderá ser de até 0,5% no preço final dos produtos. Com a antiga CPMF, o impacto havia sido de 1,7% nos preços. "É preciso lembrar que que boa parte das empresas não reduziu seus preços com o fim da CPMF e agora deve repassar os custos com o consumidor", acrescenta Ademar Seccatto, gerente de consultoria tributária da Consult.
Segundo o diretor técnico do IBPT, João Eloi Olenike, a CSS gerará pressões inflacionárias. "O governo vai dar um tiro no pé, já que a criação da CSS vai representar pouco em termos de arrecadação geral e pode favorecer reajustes, ainda que menores do que com a antiga CPMF", afirma. Ele lembra que, mesmo sem a CPMF, o consumidor já está está pagando mais impostos em 2008. Segundo o IBPT, a carga tributária bateu recorde e atingiu 38,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2008, representando um aumento de 1,87 ponto porcentual em relação ao ano passado.
Para compensar o fim da CPMF, o governo federal já havia feito dois movimentos para ampliar a mordida nos cofres dos contribuintes. Em janeiro, elevou em 0,38% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre operações de crédito e câmbio, e aumentou de 9% para 15% a Contribuição sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos. O objetivo era arrecadar R$ 10 bilhões com as duas medidas.
"O aumento do IOF, por exemplo, já gera impacto no caixa das empresas do comércio, principalmente dos pequenos e dos microempresários, que dependem de operações de crédito para financiar capital de giro", diz Avani Slomp, da ACP.
Segundo o economista Hugo Meza Pinto, professor da Positivo Escola de Negócios, tradicionalmente a expansão da carga tributária está relacionada ao aumento da inflação. "O governo adota uma postura contraditória. Ao mesmo tempo em que eleva os juros para combater a inflação, aumenta a carga tributária e seus gastos, que contribuem para pressionar ainda mais a inflação", afirma.
Com alíquota de 0,10%, o novo tributo deve gerar R$ 10 bilhões por ano para os cofres do governo. Se aprovada no Congresso, a CSS entrará em vigor em 2009
Publicado em 30/06/2008 | Cristina Rios
A maior parte das empresas pretende repassar para os seus preços os custos da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que vai substituir a Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) e cuja proposta de implantação tramita no Congresso Nacional. A exemplo do que ocorreu com sua antecessora, CSS terá um efeito acumulativo e, além de abocanhar parte da movimentação financeira do contribuinte, vai tributar toda a cadeia produtiva, com reflexo na indústria e no varejo.
O coordenador do departamento econômico da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Maurílio Schmitt, afirma que a antiga CPMF, que tinha alíquota de 0,38%, elevou em média em 2% os custos das empresas. Com a CSS, que terá alíquota de 0,10%, ele calcula que esse impacto adicional seja da ordem de 0,53%. "Mas as empresas, principalmente em setores com grande concorrência, terão agora um cenário mais difícil para conseguir passar esse aumento para o consumidor, já que a economia vai desacelerar com o aumento da taxa de juros", diz.
Para a presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Avani Slomp, o repasse é uma conseqüência "natural". "Com a pressão de custos, o lojista vai transferir a elevação dos gastos para o cliente. Infelizmente, é o consumidor que vai pagar a maior fatura dessa conta", admite. Contrária à aprovação do tributo, a ACP vem fazendo lobby no Congresso para impedir a aprovação.
Com previsão de entrar em vigor em 2009, a CSS deve gerar R$ 10 bilhões por ano para os cofres do governo. O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) calcula que o reflexo da CSS poderá ser de até 0,5% no preço final dos produtos. Com a antiga CPMF, o impacto havia sido de 1,7% nos preços. "É preciso lembrar que que boa parte das empresas não reduziu seus preços com o fim da CPMF e agora deve repassar os custos com o consumidor", acrescenta Ademar Seccatto, gerente de consultoria tributária da Consult.
Segundo o diretor técnico do IBPT, João Eloi Olenike, a CSS gerará pressões inflacionárias. "O governo vai dar um tiro no pé, já que a criação da CSS vai representar pouco em termos de arrecadação geral e pode favorecer reajustes, ainda que menores do que com a antiga CPMF", afirma. Ele lembra que, mesmo sem a CPMF, o consumidor já está está pagando mais impostos em 2008. Segundo o IBPT, a carga tributária bateu recorde e atingiu 38,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2008, representando um aumento de 1,87 ponto porcentual em relação ao ano passado.
Para compensar o fim da CPMF, o governo federal já havia feito dois movimentos para ampliar a mordida nos cofres dos contribuintes. Em janeiro, elevou em 0,38% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre operações de crédito e câmbio, e aumentou de 9% para 15% a Contribuição sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos. O objetivo era arrecadar R$ 10 bilhões com as duas medidas.
"O aumento do IOF, por exemplo, já gera impacto no caixa das empresas do comércio, principalmente dos pequenos e dos microempresários, que dependem de operações de crédito para financiar capital de giro", diz Avani Slomp, da ACP.
Segundo o economista Hugo Meza Pinto, professor da Positivo Escola de Negócios, tradicionalmente a expansão da carga tributária está relacionada ao aumento da inflação. "O governo adota uma postura contraditória. Ao mesmo tempo em que eleva os juros para combater a inflação, aumenta a carga tributária e seus gastos, que contribuem para pressionar ainda mais a inflação", afirma.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Celebridades para criar uma Marca
Muitas empresas utilizam celebridades para criar valor para sua marca, mas em algumas situações isso pode gerar confusão. Afinal a Juliana Paes é sinônimo de sandália ou cerveja. No momento a atriz é utilizada em duas campanhas simultâneamente confira nos links abaixo
Antartica
Sandálias Havaianas
O que você acha? As empresas devem continuar usando estas estratégias?
Antartica
Sandálias Havaianas
O que você acha? As empresas devem continuar usando estas estratégias?
terça-feira, 24 de junho de 2008
domingo, 22 de junho de 2008
Americanos oferecem R$ 2,5 bilhões pelo Objetivo
Negócio seria o maior da história do setor educacional brasileiro
Por Tiago Lethbridge
EXAME
O grupo americano Apollo, um dos maiores conglomerados de educação do mundo, iniciou um movimento que pode alterar drasticamente a estrutura do setor no Brasil. Segundo EXAME apurou, o Apollo fez uma oferta de aproximadamente 2,5 bilhões de reais pelo grupo Objetivo, maior empresa de educação do Brasil. Fundado pelo professor João Carlos Di Genio, o grupo é dono do colégio Objetivo e da Universidade Paulista (UNIP), tem mais de 130 000 alunos, 27 campi e 700 escolas. Para assessorá-lo na transação, Di Genio contratou o banco de investimentos Merrill Lynch. O assessor financeiro do grupo Apollo é o Morgan Stanley. Segundo um executivo próximo às negociações, a oferta é preliminar, e foi feita após um ano de aproximação entre os dois lados.
Por Tiago Lethbridge
EXAME
O grupo americano Apollo, um dos maiores conglomerados de educação do mundo, iniciou um movimento que pode alterar drasticamente a estrutura do setor no Brasil. Segundo EXAME apurou, o Apollo fez uma oferta de aproximadamente 2,5 bilhões de reais pelo grupo Objetivo, maior empresa de educação do Brasil. Fundado pelo professor João Carlos Di Genio, o grupo é dono do colégio Objetivo e da Universidade Paulista (UNIP), tem mais de 130 000 alunos, 27 campi e 700 escolas. Para assessorá-lo na transação, Di Genio contratou o banco de investimentos Merrill Lynch. O assessor financeiro do grupo Apollo é o Morgan Stanley. Segundo um executivo próximo às negociações, a oferta é preliminar, e foi feita após um ano de aproximação entre os dois lados.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
20 maiores Gurus na área de negócios
Os 20 maiores gurus de hoje. Os mais influentes pensadores do mundo dos negócios, de acordo com o ranking do Wall Street Journal:
1. Gary Hamel Consultor
2. Thomas L. Friedman Colunista do New York Times
3. Bill Gates Fundador da Microsoft
4. Malcolm Gladwell Escritor; autor, entre outros, de Blink
5. Howard Gardner Professor de Harvard
6. Philip Kotler Professor de Northwestern
7. Robert B. Reich Ex-secretário do Trabalho
8. Daniel Goleman Psicólogo
9. Henry Mintzberg Professor da McGill
10. Stephen R. Covey Autor do livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes
11. Jeffrey Pfeffer Professor de Stanford
12. Peter M. Senge Autor de Quinta Disciplina: a dança das mudanças
13. Richard Branson Fundador da Virgin
14. Michael E. Porter Professor de Harvard
15. Michael Dell Fundador da Dell
16. Geert Hosftede Professor de Harvard e autor de Culture's Consequences
17. Clayton Christensen Professor de Harvard
18. Jack Welch Ex-presidente da GE
18. Tom Peters Autor de In search of excellence
19. Myron Scholes Prêmio Nobel
20. Ikujiro Nonaka Professor de Hitotsubashi
1. Gary Hamel Consultor
2. Thomas L. Friedman Colunista do New York Times
3. Bill Gates Fundador da Microsoft
4. Malcolm Gladwell Escritor; autor, entre outros, de Blink
5. Howard Gardner Professor de Harvard
6. Philip Kotler Professor de Northwestern
7. Robert B. Reich Ex-secretário do Trabalho
8. Daniel Goleman Psicólogo
9. Henry Mintzberg Professor da McGill
10. Stephen R. Covey Autor do livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes
11. Jeffrey Pfeffer Professor de Stanford
12. Peter M. Senge Autor de Quinta Disciplina: a dança das mudanças
13. Richard Branson Fundador da Virgin
14. Michael E. Porter Professor de Harvard
15. Michael Dell Fundador da Dell
16. Geert Hosftede Professor de Harvard e autor de Culture's Consequences
17. Clayton Christensen Professor de Harvard
18. Jack Welch Ex-presidente da GE
18. Tom Peters Autor de In search of excellence
19. Myron Scholes Prêmio Nobel
20. Ikujiro Nonaka Professor de Hitotsubashi
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